A puberdade chegou, e com ela…

06
set
2011

Autor: Alex Silva

Facebook | Twitter


Alex Silva

No começo das “eras” nós somos, simplesmente, um espermatozóide; então, evoluímos, nascemos, crescemos e, chegamos à fase da nossa vida em que os mais velhos dizem ser “a mais chata”. Acertou quem disse: adolescência.
 

 
Todos aprendem com seus erros e conseguem desenvolver soluções para seus problemas. Lembro que durante uma aula de Sociologia, minha professora comentou algo sobre instinto, onde um animal selvagem mesmo sendo menor e mais fraco que o seu predador, estaria disposto a enfrentá-lo e perder a vida para salvar a cria; já nós não precisamos levar um tiro para saber que vai doer, pois uma pessoa levou, disse a uma outra como se sentiu, e esta disse a mais duas, a mais três e por aí vai.

Quando chegamos à adolescência, tudo não passa de um mar de rosas, afinal, não temos com o que nos preocuparmos tão seriamente como os nossos pais. Mas, existem coisas que nos tira a paciência; durante a puberdade vêem os músculos (homens), o que é ótimo, pois acabamos nos tornando mais atraentes para as garotas e ganhando um pouco de notoriedade entre elas. Mas como tudo tem seu lado ruim, surgem as malditas espinhas, que podem ser coisas bem nojentas dependendo do lugar onde surgem, a sua aparência, e quantidade.
 

 
Vemos tudo crescer em nosso corpo, o que acaba nos dando uma baita felicidade: bigode, fios de cabelo na região da barba, cabelos nas axilas e em outras partes do corpo, por exemplo, assim como o caminho de pelo que surge do umbigo e vai descendo – podendo mostrar para as gurias, quando estiver sem camisa, durante uma partida de futebol na quadra do colégio, que você não é mais aquele pirralho gaiato e imaturo, e que agora está se tornando um homem (mas na maioria das vezes isso não é sinônimo de maturidade).
 

 
Sempre existiu aquela “mina” que você admirava durante o primário e, que agora, cresceu e te deixa louco da vida com o maior jeitinho de adolescente que ela tem – se mora no mesmo prédio e/ou rua melhor ainda. A imaginação flui. Você chega a se imaginar com dela, sem contar os desejos que vem ao decorrer da maturidade instintiva masculina… O monstro que traça todas, está prestes a assumir sua verdadeira forma.
 
Para os tímidos, o máximo é olhar a garota durante o intervalo no colégio, mas, caso não estudem no mesmo colégio, só resta rezar para encontrá-la no caminho de volta pra casa ou na ida ao supermercado; enquanto isso, os mais descolados se arriscam numa cantada vagabunda: “Me chamo Arlindo. Mas pode me chamar de lindo porque o ar eu perdi quando te vi”, ou, “Ponho um ovo na ladeira. ‘Iai’, rola ou não rola?”; Na boa amigão, ovo; ladeira? Oi? Você tá mais para uma galinha.
 

 
A rebeldia é o que mais marca a fase. Aprendemos a questionar as nossas “obrigações” e, às vezes, as ordens de nossos pais. Porém, no final e, na maioria das vezes, sempre saímos com um pescotapa ou uma semana sem TV e/ou vídeo-game. SACANAGEM, PAIS!

Autor: Alex Silva

Facebook | Twitter



Participe! Deixe seu comentário abaixo: